TROCA DE FARPAS

Mauro detona Taques e chama ex-governador de “insignificante”

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Mauro detona Taques e chama ex-governador de “insignificante”

O ex-governador Mauro Mendes (União) voltou a atacar o ex-governador Pedro Taques (PSB), seu adversário na disputa pelo Senado. Em declaração nesta terça-feira (29), Mauro classificou a gestão de Taques como a pior da história de Mato Grosso e afirmou que o rival é uma pessoa “desprezível” e “insignificante”.

Ao comentar a administração de Taques, que esteve à frente do Governo de Mato Grosso entre 2015 e 2018, Mauro citou os atrasos no pagamento dos salários dos servidores e criticou a condução do Estado durante o período.

Segundo Mauro, Taques deixou o governo com uma gestão “desmoralizada” e “pífia”.

“O Pedro, figura para mim hoje desprezível, foi o pior governador da história de Mato Grosso, saiu de um governo desmoralizado, com folhas atrasadas, uma gestão pífia”, afirmou.

Mauro também mencionou as derrotas eleitorais de Taques e afirmou acreditar que o ex-governador voltará a ter um desempenho ruim nas urnas na atual disputa pelo Senado.

“E já foi às urnas por duas vezes e saiu derrotado de maneira vergonhosa. Provavelmente será novamente, deve cair em quinto ou sexto lugar nessa disputa”, declarou.

O ex-governador disse ainda que não pretende gastar tempo respondendo aos ataques do adversário. Para Mauro, entrar em uma sequência de provocações poderia colocá-lo no mesmo nível do rival.

“E eu não tenho procurado perder o meu tempo com alguém tão insignificante, que tenha usado dessas artimanhas que ele sempre usou para tentar se autopromover. Não deu certo, não vai dar certo, e eu tenho procurado não vibrar na mesma frequência”, afirmou.

Na sequência, Mauro usou uma expressão para justificar a decisão de não prolongar o confronto.

“Se você discute muito com um tolo e com um imbecil, você acaba se tornando um deles”, disse.

Ao final, o ex-governador voltou a criticar a trajetória política de Taques e afirmou que o próprio adversário teria construído a imagem que hoje possui.

“Então eu tenho deixado ele na insignificância que ele, com a sua história, com a sua trajetória, acabou decretando a si próprio”, concluiu.