O candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), reagiu às críticas feitas pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que disputa a reeleição, e afirmou que o adversário não apresenta propostas para o futuro do Estado.
Ao comentar os ataques, Wellington disse que o eleitor está cansado de conflitos políticos e cobrou dos candidatos ideias concretas para Mato Grosso.
“Essa é a minha resposta para quem não tem proposta e só sabe atacar: o povo já cansou de briga. As pessoas querem propostas reais e querem saber como vamos acelerar um Estado pujante como Mato Grosso”, afirmou.
Sem responder diretamente às acusações feitas por Pivetta sobre sua atuação no Senado, Wellington destacou sua experiência política e disse conhecer as diferentes regiões de Mato Grosso.
“Eu sei como fazer. Há 34 anos trabalho pelo desenvolvimento de Mato Grosso e pela melhoria da vida da nossa população. Tenho experiência, conheço cada região do Estado e sei como buscar investimentos e abrir as portas para Mato Grosso”, declarou.
O candidato também afirmou que, caso eleito, pretende priorizar áreas como saúde, obras, geração de empregos e desenvolvimento dos municípios.
“É hora de acelerar a saúde, as obras, a geração de emprego e o desenvolvimento dos nossos municípios. Mato Grosso não tem tempo a perder. É hora de olhar para frente, promover desenvolvimento e gerar prosperidade para todos, sem distinção. É hora de acelerar Mato Grosso”, disse.
Críticas
As declarações de Wellington foram uma resposta aos ataques feitos por Pivetta durante entrevista no feriado da Independência do Brasil.
O governador criticou a atuação do senador, que está há 12 anos no Senado Federal, e afirmou que ele não teria cumprido sua função parlamentar de priorizar temas políticos e assuntos que considera fundamentais, como o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Pivetta também classificou o modelo de atuação representado por Wellington como de um Senado “algemado” e “covarde”.
“Esse cara nunca cumpriu com a obrigação dele como parlamentar. Sempre esteve lá no Senado cuidando de interesses pequenos, miúdos. [...] Ele representa esse modelo de Senado algemado, covarde. É o representante legítimo desse Senado”, afirmou.