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Demilson nega manobra em nova CPI da Educação: "Está tudo certo"

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Demilson nega manobra em nova CPI da Educação: "Está tudo certo"
Reprodução

O vice-líder do prefeito na Câmara de Cuiabá, vereador Demilson Nogueira (PP), negou nesta quinta-feira (9) qualquer irregularidade no novo pedido de abertura da CPI da Educação, destinada a investigar a compra de livros e materiais didáticos pela Secretaria Municipal de Educação.

O requerimento foi protocolado na noite de quarta-feira (8), poucas horas após o encerramento de uma das cinco CPIs em tramitação na Casa, o que abriu espaço para a instalação de uma nova comissão.

Em conversa com a imprensa, Demilson afirmou que a investigação já havia sido proposta anteriormente, mas não pôde avançar porque o limite regimental de cinco CPIs simultâneas já havia sido atingido.

"Nós já havíamos tentado essa CPI lá atrás. No entanto, como a Casa já tinha cinco CPIs em andamento, não foi possível. Com a abertura desse espaço, em razão do encerramento de uma CPI, nós fizemos tempestivamente e está tudo certo. Nada errado", afirmou.

Segundo o vereador, o pedido reapresentado tem o mesmo objeto do protocolo anterior. Como o requerimento inicial foi arquivado, foi necessário apresentar um novo documento, acompanhado de novas assinaturas.

"Ele foi arquivado e eu fiz um novo protocolo. Com a anuência de outros colegas, nós fizemos o protocolo", disse.

Demilson também comentou a estratégia adotada pela vereadora Maysa Leão, que defendeu o desarquivamento de outro pedido de CPI. Na avaliação do parlamentar, o procedimento correto é apresentar um novo requerimento, já que não haveria previsão regimental para desarquivar uma comissão parlamentar de inquérito.

"Nós reapresentamos a proposta de CPI. Regimentalmente, se faz dessa forma. Então, eu busquei fazer na forma com que determina o Regimento Interno", declarou.