ATÉ AS CONVENÇÕES

Max Russi mantém indefinição sobre disputa ao Governo

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Max Russi mantém indefinição sobre disputa ao Governo

REDAÇÃO PODER MT - O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Max Russi (Podemos), afirmou que ainda não definiu qual cargo disputará nas eleições deste ano e admitiu a possibilidade de entrar na corrida pelo Palácio Paiaguás. Apesar de trabalhar oficialmente pela reeleição ao Legislativo estadual, o parlamentar disse que a decisão final ficará para mais perto das convenções partidárias.

Segundo Max, o momento ainda é de diálogo político, articulação e construção de alianças entre os partidos. As convenções eleitorais começam em julho e devem definir o cenário oficial da disputa em Mato Grosso.

“Agora é momento de conversa, construção e discussão. Temos mais de 40 dias até as convenções para que tudo seja definido”, declarou.

A possibilidade de candidatura ganhou força após levantamentos internos do Podemos apontarem boa aceitação do nome de Max entre os eleitores mato-grossenses. A movimentação intensificou debates dentro da sigla sobre uma eventual candidatura majoritária do presidente da Assembleia.

A hipótese também repercutiu entre outros pré-candidatos ao governo. O senador Wellington Fagundes (PL) afirmou recentemente que a entrada de Max na disputa teria potencial para alterar o cenário eleitoral, por considerá-lo uma liderança consolidada no estado.

Ao comentar a declaração, Max avaliou de forma positiva a fala do senador e afirmou que o surgimento de novos nomes pode mudar o rumo da eleição. Ele também destacou que o Podemos pretende intensificar as discussões partidárias nas próximas semanas.

“Nós queremos conhecer as propostas dos candidatos e estaremos abertos ao diálogo”, afirmou.

Além de Max Russi e Wellington Fagundes, aparecem como possíveis candidatos ao Governo de Mato Grosso o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Jayme Campos (União), a médica Natasha Slhessarenko (PSD), o empresário Marcelo Maluf (Novo), Caiubi Kuhn (PDT), Maurício Coelho (PSOL), Maurição Tonhá e Rafael Milas.